O excesso de ficção me adoece a razão
E assim dementado das formas sérias,
Sou incapaz de andar em linha reta,
Fico inclinado para as disfunções
E me identifico com outros
Incompetentes para o olhar razoável.
Quando saio dessa roda, encontrando
A vida dos razoáveis
Lhes pergunto: "Como vai a vida?"
Mas nada dizem, por me tomarem por infeliz
Dizem que sofro dos prazeres da inconsequência.
Ordenadamente sou desordem,
E junto da Incontingência,
Somos sabidos de esquecimento,Gotejadamente infinitos de ignorância.
Nenhum comentário:
Postar um comentário