terça-feira, 19 de abril de 2016

# Nenhum motivo aparente


Inspirar-se fundo...
expressar-se suavemente...
dar o primeiro passo,
o primeiro gesto,
                o segundo, o terceiro...

sentir o vento acariciar o corpo como quem
se move entre finos lençóis pendurados em
um mar de varais ao vento.

Saudades da dança
sem nenhum motivo aparente.
Assim, sem pré-existências...
                  ser autodeterminante!


Rio de Janeiro, 19 de abril de 2016.

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