Inspirar-se fundo...
expressar-se suavemente...
dar o primeiro passo,
o primeiro gesto,
o segundo, o terceiro...
o segundo, o terceiro...
sentir o vento acariciar o corpo como quem
se move entre finos lençóis pendurados em
um mar de varais ao vento.
Saudades da dança
sem nenhum motivo aparente.
Assim, sem pré-existências...
ser autodeterminante!
ser autodeterminante!
Rio de Janeiro, 19 de abril de 2016.
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